Histórico

ORIGENS A meditação cristã remonta aos séculos 2 e 3 da era cristã, com os primeiros monges, conhecidos como “Padres e Madres do Deserto” – dentre os quais figurou santo Antão do Egito, conhecido como o Grande ou o Eremita, e que viveu no deserto da Nitria (Wadi El Natrun) nesse período.

Apesar do modo como eram chamados, esses homens e mulheres não tinham necessariamente vínculo com a hierarquia da Igreja. Eram ascetas, eremitas, monges ou freiras que decidiam se afastar das cidades para viver no deserto em estado permanente de oração.

PRÁTICA PELA VERBALIZAÇÃO No século 4 d.C., João Cassiano – em latim, Johannes Cassianus – teria recebido a prática da meditação cristã dos santos “Padres do Deserto” e introduzido o uso de um versículo de oração no monaquismo ocidental (monges que viviam isolados em solidão). Ele ensinava a oração na repetição contínua de um versículo, sem interrupção, para afastar as distrações da mente, a fim de poder ficar imóvel em Deus.

PERÍODO DE ESQUECIMENTO Não há referências históricas claras da prática da meditação cristã deste período remoto até os dias atuais. Possivelmente a prática se perdeu ao longo dos séculos.

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