Ramificações

Alexandristas – Grupo de filósofo do Renascimento italiano, liderados por Pietro Pomponazzi (1462–1525), com destaque também para Andrea Cesalpino (1519-1603). Sujeitavam-se à explicação aristotélica da Alma (De anima) que fora compartilhada por Alexandre de Afrodisias (séculos 2 e 3), que negava a imortalidade individual, considerando a alma como uma entidade mortal devido a sua essência material, conectada organicamente ao corpo.

Averroístas – Encabeçados por pensadores como Alessandro Achilini (1463-1512) e Nicoletto Vernia (1420-1499), defendiam, como ideias principais: há uma única verdade, com dois caminhos para alcançá-la, a filosofia e a religião; o mundo é eterno; a alma está dividida em duas partes – uma individual e outra divina; a alma individual não é eterna; todos os seres humanos partilham um mesmo tipo de intelecto; a ressurreição dos mortos.

A escola dominicana – Na escolástica, alcançou um ponto agudo com a obra de São Tomás de Aquino (1225-1274), ao sintetizar a doutrina cristã ao aristotelismo, que pode ser conferida nos diversos e extensos tomos da sua Suma Teológica (Summa theologiae). Concebe a Igreja como a união de uma Teologia (fundada na revelação) e uma Filosofia (baseada no exercício da razão humana), fundindo-se em uma síntese definitiva de fé e razão, adotando a concepção gnoseológica de Aristóteles, e a ideia da unidade inseparável da alma e do corpo.

Para pensar

Quais as implicações teológicas para se compreender Deus como a causa motriz do mundo?

A ideia de Deus em Aristóteles deixa de ser explicada como uma emanação. Ou seja, não é representada como um demiurgo, isto é, não se trata de um Ser que faça parte do imaginário das crenças popular...

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