Ramificações

    O hegelianismo pode ser dividido em duas ou três escolas bem definidas:

    Os velhos hegelianos, ou hegelianos de direita: Considerados a ala conservadora dos hereditários do sistema de Hegel. Com grande poder nas universidades alemãs em meados do século 19, viam na sociedade prussiana a culminação de todo o processo filosófico e político: Carl Friedrich Göschel (1781-1861), Georg Andreas Gabler (1786-1853), Johann Eduard Erdmann (1805-1892), Julius Schaller (1810-1868), Leopold von Henning (1791-1866), Eduard Zeller (1814-1908), Kuno Fischer (1824-1907).

    Hegelianos de Centro: Ao centro, alguns discípulos de Hegel, sem tendências definidas: Karl Ludwig Michelet (1801-1893), Philipp Konrad Marheineke (1780-1846), Johann Karl Wilhelm Vatke (1806-1882), Heinrich Gustav Hotho (1802-1873) e o nome mais destacado: Karl Rosenkranz (1805-1879).

    Os jovens hegelianos, ou hegelianos de esquerda: Tidos como o setor mais liberal e progressista, leitores de Hegel a partir de um ponto de vista crítico ao cristianismo e à política da época, sobretudo à vinculação entre Estado, Deus e a religião. Os representantes: Eduard Gans (1797-1839), Friedrich Wilhelm Carové (1789-1852), Heinrich Heine (1797-1856), Ludwig Feuerbach (1804-1872), Max Stirner (1806-1856), Bruno Bauer (1809-1882) e Karl Marx (1818-1883).

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