Histórico

Crise da primeira metade do século 18: Entre 1795 e 1834 houve uma crise, com problemas agudos de miséria na Europa. Ocasionada pelos resultados da chamada Primeira Revolução Industrial, na substituição do trabalho humano pelas máquinas. Marx começou a publicar suas obras nos anos de 1840. E em 1848 ocorreram inúmeras revoluções. Essa série de revoltas também ficou conhecida como Primavera dos Povos, colocando em questão o sistema político autocrático, a crise econômica e as condições de trabalho. Eram movimentos republicanos contra as monarquias europeias. Eles tiveram início na Sicília. Depois, se espalharam por França, Alemanha, Itália, Irlanda e império austro-húngaro. Todas elas foram duramente reprimidas, deixando um rastro de desilusão e derrota entre os liberais e progressistas de então.

O fracasso de 1848 e a Revolução Russa: Após o agitado 1848, houve uma intensificação da jornada imperialista das potências europeias. Isso aprofundou o processo de industrialização e disputa de terras até o início do século 20. Quase na contramão desse processo, em 1917, eclodiu na Rússia, até então uma nação majoritariamente agrária, a renúncia do Czar Nicolau II. E assim os bolcheviques e os mencheviques, formando a maioria da oposição ao czarismo, tomaram a dianteira e passaram a fazer a disputa política do país. A dissolução do parlamento russo, a Duma, somada à catastrófica participação do país na Primeira Guerra Mundial, simplesmente derreteram o resto de governo czarista então existente. Depois de ondas de saques e falta de comida, a revolta tomou conta de São Petersburgo, em fevereiro de 1917. Dias depois, em março, o czar abdicou. Foi apontado então um governo provisório, porém, o mesmo foi incapaz de manter a ordem no país.

Para pensar

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