Fontes e inspirações

Existencialismo: A reflexão sobre a existência individual, a liberdade e as escolhas pessoais, a investigação do ser, do existir das coisas e dos fenômenos do mundo trouxeram um panorama de crítica ao pensamento clássico. É nessa procura que o indivíduo é capaz de encontrar um sentido possível ao mundo, nessa recusa da ideia de uma “ciência do ser”. É através desse factum inicial que o homem pode compreender a si mesmo e viver o mundo. O tema da decisão e o tema da crise compõem o par inseparável do gesto existencial, ensejo para a condição constante da pós-modernidade.

Fenomenologia: A fenomenologia, na busca por uma nova relação entre a consciência do saber humano e o mundo exterior, propiciou uma crítica aos limites do conhecimento sobre os fenômenos. A ideia de que a existência das coisas não pode ser compreendia como algo pronto e acabado ampliou o alcance investigativo das estruturas dos vários tipos de experiência: a percepção, o pensamento, a imaginação, a memória, as emoções e a atividade da linguagem. O pós-modernismo é, em grande medida, influenciado por essa ideia, sobretudo no que diz respeito à presença de um aspecto estético e sensitivo de suas ideias.

Estruturalismo: O estruturalismo, como tentativa de uma nova compreensão da relação entre sujeito e objeto a partir de estruturas prévias, abriu o campo para uma metodologia que seja capaz de investigar os vários campos do conhecimento, como a linguística, a psicanálise, a antropologia e a filosofia.

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