Fundamentos

Ceticismo dos valores universais: A emergência dos novos ideais do pós-modernismo provocou uma onda de comportamentos e de atitudes desencantadas em relação às instituições políticas. Há um crescimento desse ceticismo face aos valores fundamentais da modernidade, como a concepção de um Estado total, e no campo religioso a ideia de Deus.

Desconfiança na epistemologia: O sujeito pós-moderno não acredita nos “grandes sistemas teóricos” ou na “grande ideia”, que, no fundo, é de inspiração religiosa – visto que são as religiões que sempre prometem a felicidade (uma “idade de ouro”) num tempo futuro. A ação política pós-moderna não aposta nos partidos políticos, sindicatos, eleição de representantes, e prefere atuar por meio de ações voluntárias. São as ONGs, bem como nos atos mais ou menos espontâneos de grupos de diversas reivindicações: por exemplo, melhora da saúde da sociedade, ações pró-educação ambiental, participação de ações contra a fome, prestar serviço para a eliminação do analfabetismo, a participação nos projetos e-learning, etc. podem ser de inspiração pós-modernista.

Ausência de uma legislação universal: No comportamento “a-social” e no enfraquecimento do consenso coletivo, há uma batalha permanente sobre a verdade absoluta. A irrelevância sobre o destino da verdade e da bondade, presente no discurso filosófico, dá lugar ao mundo da vida cotidiana, nas lutas pela liberdade política diante da ambição estatal de legislar sobre a ordem social, de definir, segregar e organizar.

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