Histórico

Criticismo da Primeira Metade do Século XX: A ideia de pós-modernismo começa a ganhar força em um período em que o pensamento clássico e o pensamento do século XIX começam a ser colocados em questão. Assim, contrapondo-se a correntes filosóficas sistemáticas, por exemplo, em uma crítica à filosofia hegeliana, muitos pensadores afins com a perspectiva existencialista, fenomenológica e mesmo positivista trouxeram um punhado de críticas radicais e o desejo de ruptura. A arquitetura de Nova York, por exemplo, passou a refletir essa quebra de cânones, assim como o cinema e uma insipiente pop-art.

Pós-estruturalismo: A ideia de pós-modernismo ganhou ainda mais força na segunda metade do século XX, adquirindo força teórica com os estudos da tradição francesa do estruturalismo, como Michel Foucault (1926-1984), Jacques Derrida (1930-2004), Gilles Deleuze (1925-1995) e Jean-François Lyotard (1924-1998). Diversas obras dessa tradição ajudaram a pensar questões sobre a história, a elaborar uma nova concepção sobre a loucura e a desfunção social, a sexualidade e a linguagem.

Queda do muro de Berlim (1989): É o símbolo da quebra das ideologias fixas. Fato histórico, a quebra do muro que dividia a Alemanha ocidental da Alemanha oriental é uma demarcação simbólica entre o período das ideias fixas – polarizado pela Guerra Fria, entre capitalismo e socialismo –, e o período que lhe sucede, indicado pela ideia de neoliberalismo e globalização.

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