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O que é

Em uma definição simples, energia é a capacidade de produção de trabalho. Associa-se o termo a movimento e à disposição para se realizar algo. Muito comum também é a relação entre a fonte e o resultado que ela proporciona, pois uma das primeiras imagens que vêm à cabeça é a de materiais como petróleo, carvão, gás, etanol, entre outros. Esse conceito ganhou projeção com a rápida evolução das ciências e o começo da Revolução Industrial, no século XVIII.
Na verdade, a energia depende desses elementos para se realizar. Está contida neles. Sua obtenção só é possível por algum método específico, como o hidrelétrico, que aproveita o potencial dos rios para geração de eletricidade. Essa conversão pode ocorrer por meio de recursos finitos, como os combustíveis fósseis, ou renováveis, como o solar e eólico.
A energia pode ser produzida de diferentes formas, entre elas, calor (térmica), luz (radiação) movimento (cinética), elétrica, química, nuclear e gravitacional. Nosso corpo, por exemplo, retira dos alimentos a energia química necessária para a vida. Essa energia é armazenada e nós a gastamos quando fazemos algum tipo de esforço físico, isso ocorre até mesmo quando dormimos.
Não é possível conceber o mundo moderno sem energia. Ela é importante em todos os aspectos de vida comum, pois todos os processos e produtos utilizados a necessitam em grande ou pequena escala. O desafio é conciliar o modo de vida atual com seu consumo sustentável.
A preocupação com o esgotamento das jazidas é inevitável. Segundos dados da Agência Energética Internacional, em 2012, 80% da produção vem de combustíveis fósseis como petróleo, carvão e gás, matrizes não renováveis.
A obtenção de energia gera impactos em todo processo, que podem ser positivos ou negativos. Quando, por exemplo, uma usina hidrelétrica é construída, ela fornece eletricidade para uma região antes não atendida. Por outro lado, modifica o modo de vida daqueles que habitavam no local atingido em razão de desapropriações, alagamentos e outros problemas. É questão de se avaliar a relação entre o que ela traz de benefício e prejuízo para a sociedade e o meio ambiente.
Fatores como a industrialização, a ampliação dos sistemas de transporte, o acesso a bens e a melhor qualidade de vida aumentaram consideravelmente o consumo em uma velocidade que a geração dificilmente consegue acompanhar.
Atender a essa demanda é um problema mundial. Na Europa, nos Estados Unidos e na China, a finitude dos combustíveis fósseis tem suscitado um intenso debate sobre opções de baixo impacto e sustentáveis. Mesmo no Brasil, em que parte substancial da eletricidade é fornecida por usinas hidrelétricas, esse tipo de fonte é predominante. Além disso, o impacto e a poluição resultantes são motivos relevantes para pensar em outros caminhos.
Dessa forma, os investimentos em recursos renováveis são a saída para um futuro sustentável. Estudos demonstram que o potencial solar e eólico em algumas regiões do mundo podem resolver permanentemente problemas de fornecimento. Mas, por se tratarem de tecnologias recentes, ainda necessitam de maior investimento para se tornarem viáveis.
Pensar a questão não se resume apenas em gastar menos. A opção pelo consumo responsável é o primeiro passo para a economia. Na indústria de papel, por exemplo, 70% da produção é direcionada para embalagens. Optar por bens ou serviços que utilizem menos matéria-prima e energia para serem fabricados reduz o consumo em toda cadeia, desde os equipamentos até o combustível no transporte para o consumidor.

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