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Macrobiótica

O que é

A macrobiótica apresenta-se como uma filosofia de vida espiritual e social vinculada à filosofia chinesa. Além da abordagem alimentar, que enfatiza a importância do consumo de cereais integrais, legumes e leguminosas, a macrobiótica dá ênfase à atividade física.
A macrobiótica valoriza o poder energético dos alimentos, buscando um equilíbrio entre as propriedades yin e yang, as quais são duas forças opostas, que se integram por serem complementares. Nesse sentido, a macrobiótica enfatiza evitar alimentos que são classificados como yin (por exemplo, bebidas alcoólicas) ou yang (carne). Ela valoriza uma dieta formada por alimentos quase neutros, como grãos.
A macrobiótica é, portanto, uma filosofia biológica, fisiológica, social e econômica que segue o princípio taoísta de que tudo o que existe no universo, incluindo os alimentos, pode ser classificado em yin ou yang, forças antagônicas que integram por serem complementares, de acordo com as suas características. O taoísmo, por sua vez, é uma tradição filosófica e religiosa originária da China que define como harmoniosa a vida que segue o tao, que pode ser traduzido como caminho ou princípio.
O tao também pode ser entendido como a fonte e a força por trás de todas as coisas. Segundo essa filosofia, a boa alimentação deve se basear na compreensão das leis que regem esse equilíbrio. Nesse caso, a qualidade yin e yang de cada alimento.

Origem do nome

A palavra macrobiótica deriva do grego “macro”, que significa grande ou longo; “bio”, que corresponde à palavra vida; e “ótica”, que quer dizer visão. Portanto, macrobiótica seria a “grande visão da vida”.

Criação

Os métodos de cocção mais utilizados na alimentação macrobiótica são a cocção em panela de pressão, cocção simples, ao vapor e nishime (cocção em menor quantidade de água). Métodos como saltear, fritar, assar e grelhar são menos frequentemente usados. A eletricidade e as micro-ondas não são utilizadas.

São utilizados utensílios próprios como espátulas, chopsticks, deflectores de chama, dispensadores de molho de soja tamari, coadores de chá de bambu, suribachi e surikogi, steamer de aço inoxidável, steamer de bambu, prensas de pickle, raladores, esteiras de bambu para sushi. O uso de alimentos refrigerados ou congelados é limitado.

Histórico

Ekiken Kaibara (1630 – 1716), considerado o “pai” da macrobiótica, é autor do livro Yojokun, obra que mostra preceitos para uma boa saúde e se baseia em conceitos advindos da filosofia chinesa.

No século 18, o médico e filósofo alemão Christoph Hufeland renovou o interesse na palavra macrobiótica ao escrever, em 1797, o livro Makrobiotic. Sagen Ishizuka (1850 a 1910) é considerado o fundador moderno da macrobiótica.

Diz-se que, para se tratar de uma doença considerada incurável, começou a estudar a medicina oriental. Ishizuka curou-se mudando de alimentação. Ishizuka foi o criador da primeira organização macrobiótica mundial, a que deu o nome de Shoku-Yo Kai.

O seu sucessor, Sakurazawa Nyoti, passou a difundir a macrobiótica em nível mundial após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Nyoti (1893-1966) ficou conhecido no ocidente como George Ohsawa. O introdutor e atual responsável pela macrobiótica na América do Sul é o educador, pensador e estrategista japonês naturalizado brasileiro Tomio Kikuchi.

De 1948 a 1953, Kikuchi foi discípulo direto de George Ohsawa e veio ao Brasil no ano de 1955. Outro importante disseminador da macrobiótica no Brasil foi Flávio Zanatta, também discípulo de George Ohsawa. Zanatta publicou, em 1967, o livro de George Ohsawa A filosofia da medicina ocidental-macrobiótica zen.

Atualidade

Atualmente, a macrobiótica é vista mais como uma maneira de entender a alimentação. Ela é uma espécie de reconhecimento de tudo que nós comemos está ligado profundamente ao mundo ao nosso redor, à nossa felicidade e, em última instância, ao nosso estado mental.

Nesse sentido, a macrobiótica possui muitas semelhanças com outros movimentos como slow food, por exemplo. Principalmente porque ela também defende uma dieta que seja feita a partir de produtos locais, orgânicos, consumidos dentro da estação e pensada para uma vida mais saudável.

Em São Paulo, o restaurante Satori, de Tomio Kikushi, é atualmente um ponto de partida para quem quer conhecer melhor a culinária macrobiótica.

Fundamentos

Yin e Yang: A macrobiótica valoriza o poder energético dos alimentos — não as suas calorias —, e está baseada na lei do Yin e Yang, duas forças antagônicas que se integram por serem complementares.

Yin é, para aqueles que acreditam nessa prática, o princípio terrestre, feminino, passivo, frio e obscuro. Yang, por sua vez, é o princípio celeste, masculino, ativo, quente e luminoso. Ambos são, ao mesmo tempo, opostos e complementares.

Portanto, os praticantes da macrobiótica acreditam que existe certo poder metafísico nos alimentos, apesar do mesmo não ter nenhuma comprovação científica.

Na prática

A dieta macrobiótica é vegetariana. A macrobiótica defende que o princípio terapêutico mais importante é o poder de alcalinização, que contrasta com a acidose metabólica crônica induzida pela vida moderna, em função da alimentação artificial, respiração superficial, estresse e poluição ambiental.

Para a macrobiótica, a proporção de sódio e potássio dos alimentos deveria se aproximar, na alimentação, da proporção existente nas células do organismo humano. O único produto considerado perfeito seria o arroz integral, que tem energias opostas equilibradas.

Os alimentos centrais da cozinha macrobiótica são o arroz integral, as algas marinhas, os condimentos asiáticos (tamari, miso, ameixa umeboshi) e raízes (daikon e lótus). Os cereais integrais são os únicos considerados equilibrados para o ser humano, sendo recomendados para constituir a maior parte da dieta. Alimentos crus (frutas e verduras) são considerados demasiadamente yin, sendo apenas indicados em condições específicas.

Os alimentos são considerados sagrados e, por isso, recomenda-se que sejam mastigados completamente e ingeridos calmamente em ambiente pacífico. Não são recomendados suplementos alimentares, nem alimentos fortificados. Os alimentos devem ser consumidos considerando-se a idade, sexo, nível de atividade, alimentação tradicional, padrões culturais e alimentares do indivíduo, bem como o ambiente e a disponibilidade de alimentos.

Os alimentos devem ser consumidos segundo orientações estritas:

  • Não ingerir alimentos sólidos ou líquidos produzidos industrialmente: Frutas, vegetais e legumes;
  • Não ingerir se cultivados artificialmente, com adubos químicos com inseticidas;
  • Não consumir se produzidos fora da estação própria;
  • Evitar os legumes mais yin: batatas, tomates e berinjelas;
  • Não comprar alimentos provenientes de regiões muito distantes, pois necessitam de métodos de conservação que são muito prejudiciais;
  • Não consumir molhos de soja e missô prontos, porque são produzidos com aditivos químicos;
  • Procurar esses produtos isentos de tais aditivos;
  • Evitar fermentos (principalmente à base de bicarbonato de sódio), condimentos ou temperos químicos;
  • Não consumir os que contêm corantes e conservantes;
  • Beber apenas chás recomendados, o mínimo possível.

Quase todos os alimentos de origem animal, como galetos, carne de porco ou de vaca, manteiga, queijo e leite, são tratados e produzidos com produtos químicos. Devem ser evitados.

Carnes de animais livres de produtos artificiais ou químicos podem ser utilizadas ocasionalmente. Utilizar apenas sal marinho integral, cafés e chás, Alimentos de origem animal, utilizar apenas alimentos integrais (não refinados).

Mastigar no mínimo 50 vezes cada porção (de preferência mais de 100 ou 150 vezes). Não utilizar panelas de alumínio ou politetrafluoro etileno (Teflon©). Açúcar Doces Refrigerantes Alimentos enlatados ou engarrafados Ovos não fecundados Conservas

Principais nomes

Sagen Ishizuka (1850 a 1910) – considerado o fundador moderno da macrobiótica. Foi o criador da primeira organização macrobiótica no mundo, a qual deu o nome de Shoku-Yo Kai.

George Ohsawa (1893-1966) – seu nome real era Sakurazawa Nyoti. Foi ele quem sucedeu Ishizuka na Shoku-Yo Kai. Após o término da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), passou a difundir a macrobiótica em nível mundial após. Nyoti ficou conhecido no ocidente como George Ohsawa.

Michio Kushi (1926 – ) – criador da Fundação East West, Kushi foi um dos mais importantes e destacados líderes da comunidade macrobiótica internacional. Foi autor de vários livros e artigos sobre saúde alimentar.

Tomio Kikuchi (1926 – ) – nascido no Japão, Kikuchi se tornou o maior nome da macrobiótica no Brasil. Ele é presidente e fundador do Instituto Princípio Unificador e do Centro Internacional de Educação Vitalícia. Kikuchi foi o grande responsável pela introdução da macrobiótica no Brasil. Em sua escola na Serra da Cantareira, em São Paulo, já passaram inúmeras figuras famosas como Gilberto Gil, Marina Silva, Beth Carvalho, Vanessa da Matta e atriz Cássia Kiss.

Outras visões

Os profissionais da área da saúde têm uma visão negativa da dieta macrobiótica. Sua versão mais pura é composta apenas por arroz e porque a observação de comunidades macrobióticas na década de 1970 revelou deficiências nutricionais graves em bebês e crianças, que foram diretamente atribuídas à prática de dietas macrobióticas não adequadas para essa faixa etária.

Contudo, tratando-se de adultos, a alimentação macrobiótica pode ser uma abordagem saudável e segura podendo também ser uma escolha aceitável para crianças se forem feitas as devidas adaptações como a aceitação de produtos lácteos (fontes de cálcio) ou de alimentos fortificados. Poderá ser igualmente necessário fazer adaptações a dietas de grávidas, lactantes, atletas e idosos.

Em relação ao papel da alimentação macrobiótica na prevenção e tratamento de doenças crônicas ainda é necessária a realização de mais estudos. Contudo, esta poderá ser uma abordagem interessante na medida em que é uma alimentação pobre em alimentos de origem animal, ricos em colesterol e gordura, sendo, por outro lado, rica em alimentos de origem vegetal ricos em antioxidantes.

É importante referir que grande parte dos alimentos utilizados na alimentação macrobiótica não é produzida no nosso país. Muitos destes têm que ser importados, contradizendo a teoria de que os alimentos devem ser de produção local.

Principais obras

The philosophy of Qi Livro: escrito por Kaibara Ekiken (1630-1714), um proeminente estudioso, responsável por difundir as ideias do pensador chinês Confúcio, no Japão. Ekiken, que também era conhecido, o “Aristóteles japonês”.

Nessa obra é possível encontrar as ideias fundamentais das filosofias chinesa e japonesa. Ele também é tido como o pai da botânica no Japão. Sua obra Yamato Honzo (Plantas japonesas) é considerada outro clássico.

Yojokun: Essa obra de Kaibara Ekiken é considerada um dos textos fundamentais da macrobiótica. Nela, o pensador japonês combina seu conhecimento holístico sobre saúde, sua interpretação do qi (a força vital que está presente em todas as coisas), do budismo e do taoísmo. O texto aborda práticas para uma vida física e mental mais saudável, entre elas uma alimentação controlada.

Makrobiotik: O livro escrito pelo médico e filósofo alemão Christoph Wilhelm Friedrich Hufeland (1762-1836) é considerado um clássico da macrobiótica. Foi publicado em 1797. A obra fala de uma força vital (Lebenskraft), que segundo Hufeland, estaria presente em tudo e pode ser enfraquecida, até sua destruição, ou fortalecida por influências externas.

Segundo Hufeland, uma vida mais saudável só faz sentido se for vivida de maneira ética. Para ele, moral e saúde estão interconectas. Na época do lançamento da obra, Hufeland chegou a enviar uma cópia para Immanuel Kant (1724-1804), o qual a elogiou em carta enviada ao autor.

Science and civilisation in China: Joseph Needham, o famoso bioquímico, embriologista e historiador da ciência britânico, escreveu e editou o clássico livro Science and civilisation in China (Ciência e civilização na China), um estudo detalhado do desenvolvimento científico naquele país. Nele, o conceito macrobiótico surge diversas vezes. O texto foi uma espécie de reintrodução do termo no mundo ocidental.

The book of macrobiotics: the universal way of health, happiness, and peace: Escrito em 1977 por Michio Kushi, The Book of Macrobiotics é considerado uma referência na área. O livro defende uma teoria segundo a qual a natureza humana é feita de duas coisas primordiais: o meio ambiente e o que o nosso corpo recebe dele.

No segundo caso, algumas coisas são indispensáveis, como oxigênio e luz solar, porém, no que diz respeito à alimentação, as escolhas são várias e muito subjetivas. Kushi acredita que uma alimentação que faça determinadas escolhas poderá alterar o comportamento de maneira positiva.

Fontes e inspirações

Filosofia chinesa: Basicamente voltada para os indivíduos e a vida em sociedade, a filosofia chinesa é profundamente marcada pelo seu viés humanista e pelas discussões éticas, políticas e comportamentais. Em razão disso, há nela um forte vínculo com práticas voltadas para o bem viver. Nesse sentido, a macrobiótica, baseada nas noções de yin e yang é um produto desse estilo de pensamento.

Taoísmo: Doutrina filosófica e religiosa que se iniciou com o pensamento dos filósofos chineses Lao Tse, no séc. VI a.C., e Tchuang Tseu, no séc. IV a.C.. Seu eixo fundamental reside no princípio de ordem universal, o Tao (Caminho), o qual é a síntese do Yin e do Yang. Para os seguidores do taoísmo, essa harmonização dos dois princípios opostos pode ser alcançada pela meditação, pela boa alimentação e pela prática de exercícios físicos e respiratórios.

Kaibara Ekiken: filósofo, escritor e botanista, foi o grande responsável pela difusão das ideias de Confúcio e da filosofia chinesa no Japão. Suas obras influenciaram George Ohsawa, que transformou a macrobiótica em uma área de conhecimento formal.

Ando Shoeki: filósofo e médico japonês, Shoeki foi um dos mais agudos críticos da sociedade feudal do shogunato Tokugawa. Em seu livro Shizen shin’eidō, que pode ser traduzido como O Verdadeiro caminho da administração [da sociedade] De acordo com a Natureza, ele defendeu o fim da classe guerreira e um retorno à sociedade igualitária agrária, que era para ser administrado localmente e não por um governo federal.

Sagen Ishuzuka: um dos primeiros a utilizar o termo “macrobiótica”, no Japão, Ishuzuka atuou como médico no exército japonês e fundou a primeira organização macrobiótica no final do século 19 e início do século 20. Acreditava que uma prática alimentar em concordância com a constituição biológica da cada indivíduo, baseada principalmente em cereais e vegetais, poderia resultar em uma vida mais saudável.

Fontes de pesquisa

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira: Promovendo a alimentação saudável, 2005. 236p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos). Internet. Disponível em: www.saude.gov.br/bvs. Acesso em: 02 nov. 2012.

CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS – CRN3. Parecer CRN-3 minuta. [Internet]. Disponível em: http://www.crn3.org.br/legislacao/doc_pareceres/dra_denise.pdf. Acesso em: 18 set. 2012.

CORDEIRO, Ana Lúcia Meyer. Taoísmo e Confucionismo: duas faces do caráter chinês. Sacrilegens, Juiz de Fora, v. 6, n.1, p. 04-11, 2009. INSTITUTO MACROBIÓTICO DE PORTUGAL – IMP. Artigos e Multimídia. [Internet] . Disponível em: www.e-macrobiotica.com. Acesso em: 03 nov. 2012.

LESSMANN, Michaela. A Filosofia da Alimentação Macrobiótica. [Internet] Disponível em: http://www.nutriweb.org.br/n0301/macrobiotica.htm. Acesso em: 02 nov. 2012.

SILVA, Ana Isabel Duarte Rodrigues. Alimentação Macrobiótica. Faculdade de Ciências da Alimentação e Nutrição. Universidade do Porto. Porto, 2008. Disponível em: http://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/54622/1/122229_0849TCD49.pdf. Acesso em: 2 nov. 2102.

SLYWITCH, Eric. Macrobiótica. [Internet]. Disponível em: http://www.medicovegetariano.com.br/definicoes/macrobiotica. Acesso em: 3 nov, 2012.

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SATTILARO, A. J., MONTE, T. (1982) Recalled by Life: The Story of My Recovery from Cancer Houghton Mifflin Boston,

MA. KOHLER, J. C., KOHLER, M. A. (1979) Healing Miracles from Macrobiotics: A Diet for All Diseases Parker Publishing West Nyack,

NY. KUSHI, M., JACK, A. (1993) The Cancer Prevention Diet: Michio Kushi’s Macrobiotic Blueprint for the Prevention and Relief of Disease St. Martin’s Press New York,

NY. BROWN, V., STAYMAN, S. (1984) Macrobiotic Miracle: How a Vermont Family Overcame Cancer Japan Publications New York,

NY. FAULKNER, H. (1993) Physician, Heal Thyself One Peaceful World Press Becket, MA.

NUSSBAUM, E. (1992) Recovery from Cancer Avery Publishing Group Garden City Park, NY.

Aprofundamento

http://ajcn.nutrition.org/content/72/3/762.full.pdf Estudo aponta que crianças alimentadas exclusivamente por uma dieta macrobiótica rígida tiveram deficiência de vitamina B-12

http://www.cancerresearchuk.org/cancer-help/about-cancer/treatment/complementary-alternative/therapies/macrobiotic-diet#sfx Página da famosa instituição britânica Cancer Research UK sobre dieta macrobiótica.

http://nutrition.highwire.org/content/131/11/3056S.full Página do The Journal of Nutricion, da American Society for Nutritional Sciences, com um conteúdo voltado para macrobiótica.

http://www.hope4cancer.com/information/macrobiotic-diet-and-cancer.html Página do Instituto Hope4Cancer com os resultados das pesquisas feitas a respeito da dieta macrobiótica

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2 comentários

  1. Me ha apasionado este artículo y en ningún momento había analizado una opinión como esta sobre el tema,
    excelente ! Felicidades

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