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Sustentabilidade

Aplicativo antibarbeiragem para Sampa

Rede social que avalia motoristas e pedestres vence hackatona CET, maratona de criadores de apps
Bruno Torres
15/11/15

Eles levaram apenas 28 horas para criar um aplicativo que pode ajudar a melhorar muito o trânsito caótico e ensinar bons modos aos motoristas de São Paulo. Vencedores da Hackatona, uma maratona de criadores de apps, a Equipe Mil Diálogos recebeu R$ 10 mil pelo primeiro lugar do concurso. No total, 40 equipes participaram da maratona hacker organizada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) em parceria com a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (FUSP).

Anote a placa

O programa vencedor chama-se Como estou dirigindo?. A ideia é oferecer uma ferramenta capaz de avaliar como condutores e pedestres estão se comportando no trânsito. Para participar dessa nova rede social, que tem espírito de jogo, é preciso apenas se cadastrar no app. Lá, a pessoa poderá criticar outros motoristas ao adicionar a placa do veículo, o modelo e dizer o que foi que o condutor fez de errado.

O app oferecerá #hashtags pré-selecionadas. Elas também vão servir como advertências simbólicas.

Mas nem tudo será crítica. Os bons motoristas poderão ser elogiados. Quanto mais responsável o condutor se tornar dentro do ambiente do jogo, maior será seu poder de influência. Com isso, o programa pretende criar uma espécie de legião de pilotos exemplares que poderá ensinar aos barbeiros como dirigir melhor.

Onde pedalar?

A segunda colocação ficou com o time Bem OK, criador do APP Onde Pedalar?, que mostra boas rotas para usar bicicletas em São Paulo. O prêmio foi de R$ 7 mil.

O terceiro lugar foi para o grupo Bad Request. Eles criaram o app transPlot para informar sobre as condições do trânsito e a velocidade média nas vias principais da cidade. O prêmio para essa colocação foi de R$ 5 mil.

Tecnologia para melhorar a mobilidade urbana

Em parceria com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e da Fundação USP, que gerenciará bolsas de apoio à pesquisa, com valores de R$ 351,90 a R$ 5.908,80, a Prefeitura Municipal de São Paulo pretende desenvolver soluções tecnológicas para a mobilidade da capital paulista.

O projeto apresentado no dia 21 de março visa padronizar, com protocolos abertos, todas as informações de mobilidade urbana da São Paulo Transportes (SPTrans), da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da Secretaria dos Transportes de São Paulo, assim todas podem interagir.

Uma das missões do laboratório será elaborar novos equipamentos de controle do tráfego, que, por exemplo, poderão controlar o tempo e a sincronia dos semáforos. Os softwares proprietários custam em torno de R$ 80 mil cada. Com os protocolos abertos, o preço cai em até 80%.


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