Principais nomes

Marian Chace (1896-1970). Americana, dançarina e dançaterapeuta, iniciou seu contato com a dança após sofrer um acidente que machucou as suas costas, tornando muito dolorosa a arte de pintar ou desenhar. Um médico sugeriu que ela tivesse aulas de dança para fortalecer suas costas e este se tornou o seu “meio natural de comunicação”, o que fez com que ela decidisse dar aulas de dança na Denishaw School of Dance, em Nova Iorque. Desde então, seus conhecimentos e desenvolvimento na dança foram se ampliando até que, na década de 1940, a sua reputação era tamanha que os médicos mandavam pacientes para terem aulas com ela. Em 1942, foi convidada a trabalhar no St. Elizabeths Hospital, em Washington D.C., nos EUA, período em que as consequências psicológicas da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) eram sentidas e havia uma abertura para novos métodos de tratamento. Então, pela primeira vez, foi oferecido a “Dança para Comunicação” e, em 1947, ela se tornou a dançaterapeuta em tempo integral. Seu interesse a levou a publicar artigos e oferecer workshops e, na década de 1960, ajudou a desenvolver a Associação Americana de Dança Terapia (American Dance Therapy Association) e se tornou a primeira presidente, entre 1966-1968.

Rudolf Laban (1879-1958). Nascido na Hungria, Laban foi o responsável por desenvolver uma forma de tratamento chamado Dança Expressionista, cujo objetivo principal consistia em expressar as emoções. Com toda a vida dedicada à dança, foi considerado, na década de 1920, um grande mestre e uma força impulsionadora da área. Rompeu com os rígidos padrões dominantes na época e ofereceu a possibilidade de se trabalhar com a forma natural do movimento das pessoas, sendo o grande impulsionador do movimento criativo.

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