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O desafio do crescimento sustentável

Instituto Democracia e Sustentabilidade lança plataforma com propostas de desenvolvimento socioambiental

Divulgação

Evento teve a presença da candidata à Presidência Marina Silva e especialistas da área socioambiental

O lançamento da Plataforma Brasil Sustentável e Democrático ocorreu na sala Crisantempo, em São Paulo, em um evento promovido pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), ONG da qual Marina Silva e outras importantes lideranças de diversas áreas fazem parte.

Durante a cerimônia de lançamento do projeto, a candidata à presidência da República pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) Marina Silva falou da importância da plataforma para os “avanços da qualidade democrática” do país. Ela também disse que o netativismo defendido pelo portal criado pelo IDS é uma forma de combater o desperdício de bons projetos e esforços que acabam arquivados em prateleiras.

Segundo o próprio IDS, a versão sistematizada da plataforma, que é discutida desde 2011, será composta de sete eixos, os quais pretender propor “o sonho de transformar o Brasil num país socialmente justo, economicamente dinâmico e ambientalmente responsável”.

“A plataforma é um conjunto de propostas desenvolvidas e debatidas ao longo de alguns anos com um grupo de especialistas e a sociedade para identificar as ações necessárias para que o Brasil avançasse no aprofundamento da democracia e implantasse a medidas efetivas de sustentabilidade”, afirma João Paulo Capobianco, presidente de Instituto Democracia e Sustentabilidade.

Baseada na participação popular, a nova plataforma permitirá que internautas publiquem textos, vídeos ou fotos. Para tal, basta se cadastrar e começar a colaborar na construção coletiva do novo portal.

“Do ponto de vista da legislação de das instituições o Brasil avançou muito. A legislação nacional é uma das mais avançadas do mundo e as instituições atuais têm grande potencial para avançar com essa agenda. Contudo, dependemos muito do quão interessado está o governo em aplicar a lei e o que é produzido em termos de conhecimento. Do contrário, quando deixa de ser uma prioridade, a agenda praticamente adormece, ou até mesmo retrocede, como houve nos últimos anos, em que houve perdas significativas de conquistas anteriores. Eu diria que o Brasil avançou em termos de capacidade para fazer, mas não na implementação efetiva das ações”, afirma Capobianco.

Consulta a versão on-line: Plataforma Brasil Sustentável e Democrático