Atualidade

Uma teoria do Estado moderno: A concepção hegeliana compreende o Estado como um processo de relações intersubjetivas formado por momentos ou estágios que o constituem como uma comunidade de vida racionalmente fundada. O Estado é pensado na relação conjunta entre sociedade civil e Estado, economia e política. É diferente da teoria liberal que tende a ver esse polos em uma divisão ontológica.

O problema do reconhecimento: A filosofia hegeliana propicia uma base de estudos sobre os problemas do reconhecimento no debate cultural. Um exemplo de trabalho nesse sentido é de Axel Honneth (nascido em 1949), atual diretor da Escola de Frankfurt. Honneth reivindica a noção hegeliana exposta nos escritos de Jena, não mais no marco de um racionalismo forte, mas como uma teoria da intersubjetividade, como um modelo possível para pensar a modernidade política e do debate contemporâneo.

Concepção de liberdade: Embora Hegel seja “mal afamado” no que diz respeito às liberdade individuais, propiciou uma concepção de liberdade que contribui até os dias de hoje para o problema das conquistas por direitos: a liberdade é concebida simultaneamente como um conjunto e como um processo de determinações da vontade. Permite, assim, pensar uma estrutura objetiva das determinações da liberdade, e como experiência progressiva da aquisição das determinações da consciência humana.

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Um dos aspectos interessantes, não menos problemático da filosofia hegeliana é a noção de Deus, como quid est, o que ele é. A existência divina é incontestável, restando o problema sobre como aprese...

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