Florais: remédios ou placebos?

Se fizermos uma análise puramente química de um remédio floral encontraremos apenas água e conhaque, o que não justifica seus efeitos terapêuticos e nos leva a supor que de fato contenha apenas efeito placebo, ou seja, a pessoa acredita que o floral está fazendo efeito e sua crença faz com que ela melhore de fato. No entanto, a química não é a ciência mais adequada para analisar os efeitos dos florais, pois estes não possuem princípios ativos (substâncias químicas que exercem efeito farmacológico). Os florais concentram campos eletromagnéticos e, portanto, a física quântica é mais adequada para provar seus efeitos terapêuticos.

Hoje existem estudos científicos avançados sobre os efeitos da terapia floral, utilizando instrumentos modernos da física quântica, como é o caso dos Florais de Minas, que são pioneiros em pesquisas no campo sutil envolvendo estudos através física quântica. Fora esses estudos modernos, há também os relatos de experiência em estudos qualitativos onde percebe-se que a terapia floral exerce seus efeitos com sucesso em quase todos que fazem uso dos florais, provocando transformações positivas no comportamento humano.

Há também evidências plausíveis de que a terapia floral não seja mero placebo quando percebemos sucesso em seu uso veterinário no tratamento de animais.